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Land Art

Arte efêmera com Reci Clayton

Exposição, oficinas e registros audiovisuais da arte efêmera de Reci Clayton — mandalas na areia, obras na paisagem e desenhos que se desfazem depois do registro.

  • Land art
  • Expografia
  • Arte-educação
Land Art — Arte efêmera com Reci Clayton

Três trabalhos com o artista Reci Clayton, em que a paisagem e a areia viram suporte de uma arte que dura horas — e sobrevive no registro: a exposição EfemerArte, as oficinas de Sand Art Terapia e as obras efêmeras no Festival Psicodália.

01 EfemerArte · exposição

Clayton David Balduino — Reci Clayton — é artista autodidata, arte-educador, educador ambiental, músico, jardineiro e “enlaçador de mundos solar”. Trabalha com questões ambientais e reciclagem de resíduos desde 2000, com o projeto Recicla Som, no Sesc/SP.

Começou a criar land arts na Ilha Comprida/SP em 2011 e, três anos depois, passou a intervir nas paisagens da Ilha de Santa Catarina, onde vive. Em 2019, a Tombô Produtora começou a organizar os arquivos digitais dessas obras e a registrar novas intervenções do artista em festivais e praias, em parceria com drone makers. Desse material nasceu a primeira exposição individual de Reci Clayton.

Convite da exposição EfemerArte, com uma mandala desenhada na areia da praia

Exposição Individual · 2019

EfemerArte · Reci Clayton

Fotografias aéreas, vídeos e objetos de obras feitas na areia e na paisagem — arte que existe por algumas horas e sobrevive no registro.

Período
3 a 31 de agosto de 2019
Local
Museu da Escola Catarinense (MESC/UDESC), Ilha de Santa Catarina

01.1 As obras

Fotografia emoldurada de mandala desenhada na areia
Díptico emoldurado de desenhos na areia
Tríptico emoldurado de obras na praia
Fotografia emoldurada de triângulos entrelaçados na areia
Fotografia panorâmica emoldurada de uma praia
Ampulheta feita com garrafas plásticas e areia

01.2 A exposição

Vista geral do salão do Museu da Escola Catarinense com a exposição
Bicicleta do artista exposta na entrada
Visitante observa fotografia de land art na exposição
Visitantes olham pelos monóculos da exposição
Visitante olha por um monóculo
Equipe ao redor de uma mandala de agradecimento desenhada no chão do museu

01.3 Mandala da Vida

Obra realizada na Praia da Galheta, Ilha de Santa Catarina, registrada do alto.

02 Sand Art Terapia · oficinas

Atóxica, natural e agradável ao toque, a areia permite trabalhos artísticos efêmeros, com precisão e alto contraste.

Além de suporte para a land art diretamente na praia, aqui o artista usa a areia como “tinta”, em pequenos desenhos sobre superfícies alternativas — molduras de quadro descartadas e pedaços de lona reaproveitados. Como a areia não é fixada, o único registro possível é por fotos e vídeos: depois disso a obra se desfaz sem deixar rastro, e a areia volta a servir para novos desenhos.

02.1 Oficina no Psicodália

Oferecida ao público do festival entre 1 e 6 de março de 2019.

Artista
Reci Clayton
Câmera e edição
Fernanda do Canto (Tombô Produtora)
Trilha sonora
Blue Dot Sessions (CC)

02.2 Sand Art Terapia por aí

Participantes desenham com areia na oficina do Psicodália
Oficina de Sand Art no Psicodália
Desenho em areia feito na oficina
Crianças participam da oficina em São Paulo
Participantes durante a oficina de Sand Art
Desenhos de areia sobre lona
Oficina de Sand Art
Participantes durante a oficina de Sand Art
Sand Art Terapia em Mairinque/SP

03 Land Art no Psicodália · registro

Na 22ª edição do Festival Psicodália, Reci Clayton foi convidado a realizar obras efêmeras na paisagem. Uma semana antes do festival, na Fazenda Evaristo, o artista encontrou a matéria-prima para as obras: grimpa de pinheiro e grama cortada.

Este vídeo é um registro documental realizado pela Tombô Produtora entre 25 e 28 de fevereiro de 2019 e mostra o processo de trabalho do artista imerso na paisagem. As primeiras exibições aconteceram durante o próprio festival, entre 1 e 6 de março, no espaço de cinema e em locais alternativos de grande circulação de pessoas.

A experiência de estar presente na criação de obras tão grandes não se traduz completamente em imagens — mas elas conservam a memória da arte efêmera contemporânea.

Artista
Reci Clayton
Câmera e edição
Fernanda do Canto
Trilha sonora
Blue Dot Sessions (1ª parte) e Paulo Gomes (2ª parte)
Licença
(CC) Tombô Produtora, 2019